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Produtora de vídeo

Uma produtora nascida de um comercial que custou o dobro por falta de papel.

Filme de produto não se resolve na ilha de edição. Resolve-se no dia em que alguém decide o que a câmera vai mostrar e em que ordem.

O primeiro trabalho grande da casa foi um filme de trinta segundos para uma linha de panelas. Fomos para a locação com uma ideia na cabeça e sem roteiro escrito. Gravamos quatorze planos, usamos quatro, e voltamos duas semanas depois para gravar o que faltava.

A conta da regravação não foi o pior. O pior foi descobrir que o plano mais importante do filme — a tampa fechando com o vapor saindo — ninguém tinha pensado em como fazer. Faltava um objeto, uma luz e vinte minutos de conversa.

Desde então nada é marcado sem roteiro plano a plano e sem a planilha ao lado. Cada linha escrita vira custo visível, e o cliente escolhe onde gastar antes de a equipe sair de casa.

A segunda lição veio do som. Durante um ano remendamos áudio na montagem, até aceitar que lapela, direcional e uma faixa de ambiente por locação custam pouco e resolvem tudo. Hoje o som é gravado junto com a imagem, sempre.

Duas pessoas diante do quadro com a sequência de planos do comercial

Papel antes de câmera

Roteiro plano a plano é o que impede a diária de virar improviso caro.

Som em primeira mão

Áudio captado na cena poupa remendo e mantém a peça inteira no celular.

A marca como ela é

Manual, fontes e vetores chegam antes da animação, não depois dela.

Licença por escrito

Trilha e acervo saem com prazo, território e canais no nome do cliente.

Como trabalhamos

O que decide o filme acontece antes da câmera ligar

Um comercial de trinta segundos custa o que custa por causa de escolhas feitas em papel: quantos planos, quantos objetos, quanto movimento de gráfico. Quem pula essa parte paga duas vezes — uma na diária, outra na regravação.

01

O roteiro define o orçamento

Antes de cotar qualquer coisa, escrevemos o filme plano a plano. Cada linha do roteiro vira uma linha da planilha: diária, equipe, lente, luz, objeto de cena, horas de animação. É aí que se descobre que a ideia bonita custa três dias e a ideia boa custa um.

02

Uma diária que cabe no dia

Marcamos o número de planos que a equipe consegue gravar com calma. Lista apertada sempre termina em plano feito às pressas às sete da noite.

03

Som gravado junto com a imagem

Lapela, direcional e uma gravação de ambiente em cada locação. Áudio remendado depois denuncia a gravação mais que a imagem.

04

Gráfico feito com a marca que existe

Pedimos o manual, as fontes e os arquivos vetoriais antes de animar. Sem eles, o motion sai parecido com a marca, e parecido não serve.

05

Cor no fim, e uma vez só

O tratamento entra depois do corte aprovado. Colorir material que ainda vai mudar é trabalho jogado fora.

Depoimentos

Quem já viu o próprio produto no ar

Falas de quem recebeu as últimas peças, divulgadas com o aval de cada empresa.

«Chegaram com o filme escrito plano a plano e a planilha do lado. Foi a primeira vez que entendi para onde ia cada real do orçamento.»
Reinaldo M. · diretor de uma indústria de ferramentas
«Gravaram o som na cena, não depois. A diferença aparece no celular, que é onde o filme é visto de verdade.»
Solange P. · gerente de marketing de uma rede de padarias
«Pediram o manual da marca antes de animar qualquer coisa. Nunca tinha recebido proposta que perguntasse isso.»
Ubiratan F. · dono de uma fábrica de utensílios
«O corte bruto sem cor e sem gráfico me assustou. Depois virou a etapa que eu mais espero: é ali que ainda dá para mudar.»
Marilza C. · sócia de uma vinícola

Conte que produto precisa aparecer e onde ele vai ser visto

Pedir orçamento

Devolvemos uma ideia de roteiro em uma página, com duração, número de planos e faixa de custo — antes de qualquer proposta fechada. +55 11 96398-6429